[leia] O "Fogo de Pedra de Abelhas'' (I) - Por Marcos Pinto.

Caros leitores deste espaço, vamos levantar neste Sábado (20) e Domingo (21) um assunto importante, em duas matérias diferentes sobre uma História do passado desta cidade, que para muitos ainda está em Oculto. É a série chamado "Fogo de Pedra de Abelhas'' - escrito pelo historiador apodiense Marcos Pinto. No final da série, iremos tirar nossas conclusões sobre o Nome atual da cidade "Felipe Guerra" em relação o antigo, "Pedra de Abelha". Este assunto já foi levantado por alguns blogs da cidade alguns anos atrás e resolvemos resgatar mas um vez.


Fogo de Pedra de Abelhas - Parte (I)
Paredão de calcário quê deu origem ao nome.
A primeira denominação toponímica do atual município de Felipe Guerra-RN foi "PEDRA D'ABELHAS", que deriva do fato histórico de que existia, e ainda existe, um enorme bloco calcário com um buraco em sua estrutura, que ao longo de remoto tempo tem servido como espécie de colmeia natural, proporcionando a situação de grandes enxames de abelhas nativas da região. Esta pedra está situada na encarpa da serra do Apodi, ao lado da estrada que dá acesso ao sítio "Brejo de Felipe Guerra", antigo "Brejo do Apodi". Até o ano de 1948 esta estrada constituía o caminho de todos os viajantes e comboeiros que demandavam da região do Oeste e Alto Oeste no rumo de Mossoró. Daí que a antiga cidade denominada de "Pedra de Abelhas" surgiu como núcleo estradeiro.

Com exceção da família GURGEL DO AMARAL, oriunda de Aracati-CE, todas as famílias do município de Felipe Guerra tem origem na fértil "Várzea do Apodi", cujas terras de aluvião tem sido a força motriz do progresso e do desenvolvimento do Vale e do município do Apodi. Para adentrar no assunto que dá título à este despretensioso artigo, há que se ressaltar que, desde o dia em que houve o rompimento político entre as famílias PINTO e GURGEL, ocorrido no dia 02 de dezembro de 1897, entre os patriarcas Coronel ANTONIO FERREIRA PINTO e Coronel FRANCISCO GURGEL DE OLIVEIRA (Bisavô materno de Laire Rosado), nasceu uma predisposição político/belicosa entre o povo de "Pedra de Abelhas" e os Apodienses.

Neste dia, o Cel. FERREIRA PINTO fez veemente protesto perante os seus pares, na tribuna da Assembléia Legislativa potiguar (Investido no primeiro mandato de Deputado Estadual) contra a injustificada atitude de rompimento político do Coronel GURGEL com o Dr. Pedro Velho, responsável pela instalação do regime republicano no RN em 1889. Ocorre que o patriarca da família GURGEL em "Pedra D'Abelhas" - O Capitão TIBÚRCIO VALERIANO GURGEL DO AMARAL (Natural do Aracatí-CE), era tio materno do Coronel Francisco Gurgel de Oliveira (Coronel Gurgel) e, como tal, apoiou a tomada de decisão política do sobrinho.

Felipe Guerra
Tibúrcio era o pai de TILON GURGEL DO AMARAL. A partir daí, nasceu o espírito de rivalidades recíprocas entre os Apodienses e os "Pedrenses de Abelhas", cuja rixa perdurou até o ano de 1963,(18.09.1963) quando o então Distrito de "Pedra de ABelhas" foi elevado ao predicamento de cidade e município, com o nome de FELIPE GUERRA, em homenagem a um cunhado de Tilon Gurgel. Felipe Guerra era casado com uma irmã de Tilon Gurgel. Faço a observação de que o Dr. Felipe Guerra não trouxe nenhum benefício para a comuna de "Pedra de Abelhas", para tutelar a razão de ter o seu nome como patrono toponímico do novel município. 

Apesar de liames familiares existentes entre os Coronéis FERREIRA PINTO e GURGEL - o primeiro tinha a avó paterna como irmã do pai do segundo, ou seja, dona JOAQUINA MARIANA DE JESUS era irmã do Tenente-Coronel Antonio Francisco de Oliveira - pai do Coronel Francisco Gurgel de Oliveira (Coronel Gurgel), a indisposição política foi se acirrando entre essas duas famílias tradicionais.

No ano de 1913 houve uma ligeira trégua, com os casamentos de dois componentes da família PINTO com duas moças da família GURGEL: Dr. Vicente Ferreira Pinto, Promotor Público, filho do Coronel FERREIRA PINTO, com a Srita FILOMENA GURGEL, irmã de Tilon Gurgel, e o agropecuarista FRANCISCO DIÓGENES FILHO (Sêo Diógenes - pai de Zé Diógenes) casou com CAETANA GURGEL FILHA (Dona Caetaninha) também irmã de Tilon Gurgel.

Tilon Gurgel
Sêo Diógenes era sobrinho materno do Dr. Vicente Pinto. Em 1919 reacendeu a intriga familiar e política entre estas famílias, originada no fato de que dois componentes da família PINTO abriram dissidência política - Os Srs. SEBASTIÃO PAULO FERREIRA PINTO e seu primo JOÃO DE DEUS FERREIRA PINTO, que se aliaram à cerrada oposição à família PINTO, liderada por Tilon Gurgel. 

A partir deste ano de 1919 o município de Apodi e seu povo passou a ser teatro de correrias e tropelias protagonizadas por jagunços componentes da milícia particular comandada por DÉCIO HOLANDA, cearense do Pereiro, onde em 1927 "acoitou" o bandido Lampião e seu bando, na sua fazenda de nome "Bálsamo".

Neste mesmo ano de 1913, o Coronel FRANCISCO FERREIRA PINTO casou com sua prima MARIA SALOMÉ DIÓGENES PINTO (Irmã de Sêo Diógenes), que fora adotada em criança pelo Coronel JOÃO JÁZIMO DE OLIVEIRA PINTO e esposa ISABEL SABINA DE OLIVEIRA FILHA (Bebela de João Jázimo). Aquí, cabe fazer uma explicação de cunho genealógico: João Jázimo casou com uma parente e enteada do seu genitor. Bebela era irmã de Francisco Diógenes Paes Botão, que casou com Antonia (Toinha - Filha do Coronel Ferreira Pinto e de Claudina Pinto) e foram pais de Salomé Pinto e Sêo Diógenes. Salomé era, ao mesmo tempo, sobrinha materna de seus pais adotivos João Jázimo e sobrinha materna da mulher de João Jázimo - no caso Bebela. 
Cel. Francisco Pinto
Sêo Diógenes passou por uma situação de extremo vexame em 02 de maio de 1934, quando o Coronel Francisco Pinto foi assassinado em Apodi, tendo como mandante o seu cunhado Tilon Gurgel, mancomunado com o não menos truculento Luiz Leite. Sêo Diógenes era, ao mesmo tempo, cunhado do Coronel Francisco Pinto (Casado com sua irmã Salomé) e de Tilon Gurgel (irmão de sua esposa Caetaninha).

21 comentários:

Anônimo disse...

" Faço a observação de que o Dr. Felipe Guerra não trouxe nenhum benefício para a comuna de "Pedra de Abelhas", para tutelar a razão de ter o seu nome como patrono toponímico do novel município. "

Por isso mesmo nunca achei correto nós termos uma cidade com UM NOME TÃO BELO COMO PEDRA D`ABELHAS, e usar um nome de uma pessoa somente por conta de um coronel da época querer que a cidade tivesse o nome do seu cunhado.

Os políticos precisam levantar essa dicursão e mostrar toda a realidade para sociedade, parar de se deixar levar por preciosas atenções que as vezes recebem de alguém dessa família, que aparecem na nossa cidade uma vez na vida.

OS POLÍTICOS PRECISAM LEVANTAR ESSE QUESTIONAMENTO E PROCURAR A REALIDADE DA NOSSA HISTÓRIA COMO CIDADE, POIS O TEMPO DOS CORONÉIS JÁ SE FOI! A MODERNIDADE NOS FAZ VOLTAR AO PASSADO E RESGATAR NOSSA VERDADEIRA HISTÓRIA E NOME.

PREFIRO O NOSSO NOME REAL, PEDRA D´ABELHAS!!

Anônimo disse...

Se aceita o nome de Felipe Guerra na nossa cidade quem não sabe a verdadeira história da cidade.

José María Souza Costa disse...

CONVITE
Passei por aqui lendo, e, em visita ao seu blog.
Eu também tenho um, só que muito simples.
Estou lhe convidando a visitar-me, e, se possível seguirmos juntos por eles, e, com eles. Sempre gostei de escrever, expor as minhas idéias e compartilhar com as pessoas, independente da classe Social, do Credo Religioso, da Opção Sexual, ou, da Etnia.
Para mim, o que vai interessar é o nosso intercâmbio de idéias, e, de pensamentos.
Estou lá, no meu Espaço Simplório, esperando por você.
E, eu, já estou Seguindo o seu blog.
Força, Paz, Amizade e Alegria
Para você, um abraço do Brasil.
www.josemariacosta.com

Ricardo Gurgel disse...

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEXTO:

1) A inimizade entre as famílias PINTO e GURGEL não está viva, não passou de pai para filho, mora apenas no coração de Marcos Pinto.

2) Eilsom Gurgel foi o primeiro prefeito constitucional da cidade, eleito pelo povo. Dr. Eilsom trabalhou pela cidade e hoje leva o nome da unidade hospitalar.

3) Luis Alberto Gurgel também foi prefeito da cidade e também trabalhou pela cidade.

4) Muitos foram os ataques de Marcos Pinto ao pai de Dr. Eilsom Gurgel, Tilon, mas Dr. Eilsom disse que não iria responder pois RAIMUNDO SOARES DE BRITO ( o maior historiador do RN ) sabia que as acusações contra Tilon não eram procedentes.

5) Décio Holanda era casado com a filha de Tilon e a família Pinto acusou Décio Holanda.

6) O assassino de Chico Pinto foi preso e não acusou Tilon.

7) Absurdamente Marcos Pinto quer agredir toda a família GURGEL e como Felipe Guerra é casado com a irmã mais velha de Tilon também está levando chumbo.

8) Marcos Pinto não pode agredir a honra das pessoas de graça.

9) Em relação a Felipe Guerra não precisa agredir a honra e criar histórias para mudar o nome da cidade. Podem usar outro argumento mais inteligente.

Sérgio Augusto Gurgel disse...

Meu primo Ricardo escreveu sobre o ódio sem freios que Marcos tem contra a família Gurgel.

Os jovens não sabem que Dr. Eilsom, ex-prefeitos, inúmeras vezes foi provocado a escrever para contestar o texto de Marcos Pinto chamado fogo em Pedra de Abelhas, mas nunca escreveu.

Marcos Pinto queria que Dr. Eilsom escrevesse para ele falar ainda mais contra Tilon, pai de Eilsom.

Dr. Eilsom disse mais de cem vezes que não iria escrever pois Marcos Pinto estava e ainda está escrevendo um livro e tudo que Marcos quer é uma resposta da família Gurgel para ele botar no livro.

Dr. Eilsom, já doente, disse que durante toda a vida nunca tinha sido tão agredido em sua honra como foi agredido por Marcos Pinto.

Felipe Guerra herdou o ódio de Marcos pinto.

Enquanto Marcos agride a honra de Felipe Guerra, saiba Dr. Marcos Pinto que a 1° mulher a ocupar a academia potiguar de letras nasceu no Brejo e é filha de Felipe Guerra.

O ódio mora no coração de Marcos Pinto, assim dizia Dr. Eilsom.

Flávio Gurgel disse...

Sueli gurgel é filha do finado Titico Gurgel e bisneta do
Coronel FERREIRA PINTO, com a FILOMENA GURGEL

Sueli sabe que o que Marcos Pinto escreveu não é verdade.

Sueli Gurgel é da família de Marcos Pinto e sempre escutou do seu pai Titico e do seu avô Cássio que isso que Marcos escreveu é um ódio sem tamanho.

Respeito o Dr. Marcos Pinto, mas quem escreve com ódio no coração tende a errar. Marcos foi injusto.É só perguntar a Suely.

José Gurgel da Silva Filho disse...

A família Pinto também não é do Rio Grande do Norte, veio de Portugal, Itália e criou raízes no Vale do Apodi.

Marcos Trata a minha família de forma desrespeitosa e acusa Tilon sem provas.

Dr. Eilsom está certo quando disse que não ia responder Marcos pinto pois ele disse que o que Marcos Pinto queria mesmo é pegar a resposta da família Gurgel e transcrever para o livro escrito por Marcos Pinto.

Meu primo Flávio esqueceu de dizer a 1° mulher que entrou para História como a 1 ° pessoa do sexo feminino a estudar no Ateneu nasceu no Brejo do Apodi, hoje chamado de sitio brejo, essa mulher é Marieta Gurgel Guerra filha de Felipe Guerra.

É impressionante o ódio de Marcos Pinto que fica cego e não ver que a família Gurgel criou raízes.

Anônimo disse...

Li recentemente esse relato histórico no blogue Tudo de Apodi. O desfecho dessa história revelou fatos interessantes e surpreendentes, principalmente no que diz respeito ao Sr. Tilon Gurgel e ao topônimo desse município por ele conferido: Felipe Guerra (nome, de fato, INDEVIDO).

Tá mais que na hora dos cidadãos dessa cidade encantadora entrarem com um projeto no sentido de resgatarem o primeiro nome do município: Pedra d'Abelhas - mais poético, mais bucólico, atinente e merecido.

Amo essa cidade.

Henrique (Mossoró)

Anônimo disse...

Olha o jogo de vaidade dessa família, queremos o nome PEDRA D´ABELHAS para nossa terra, precisamos resgatar nossas origens.

Nunca fizeram nada pela cidade e hoje querem manter apenas o nome por vaidade, como sempre!

Anônimo disse...

A nossa terra possui nome próprio, não precisamos de pseudo-benfeitores, vestígio do coronelismo do passado. Somos mais que um nome de um cidadão comum, somos Pedrenses de Abelhas e não felipenses.

Senhor Ubiracy Pascoal, deverá lançar um novo projeto com o nome da cidade assim como ele tentou no passado e foi boicotado pela ilusão de alguém ligado a família Gurgel-Guerra, agora nosso real desejo é de mundança assim como o Prefeito Haroldo Ferreira vem fazendo na cidade, e a mudança do nome será uma GRANDE DEMONSTRAÇÃO DE RESPEITO ao seu povo.

O Coronelismo acabou!

Eduardo Castro e Silva (João Pessoa-PB), sou neto de cidadãos Pedrenses de Abelhas e, vi meus avós falarem dos tempos sujos e sórdidos dos coronéis da chapada do Apodi, disseram que a imposição do nome foi um desrespeito aos cidadãos da época, sendo isso estendido até hoje.

Anônimo disse...

acho que com certeza pedra de abelha e bem mais original

Anônimo disse...

Sou literalmente à favor da volta do nome histórico "Pedra de Abelhas", posto que oriundo de um fato que primitivos habitantes das belíssimas paragnes situadas na margem esquerda do rio Apody viram uma pedra onde havia situado antigo enxame de abelhas, que transformaram a reentrância da pedra em uma grande colméia.
Como o trecho onde situa-se a pedra era próximo ao lado da estrada dos comboeiros, que faziam o trajeto Alto Oeste/Mossoró, o local da pedra de abelhas passou a referencial toponímico.
Ademais, o Dr. Felipe Guerra era natural de Campo Grande e não tem nenhum feito em prol do progresso da antiga povoação de "Pedra de Abelhas", apenas casare-se com uma irmã de Tilon Gurgel.

Anônimo disse...

AS AUTORIDADES PRECISAM LER TODOS ESSES COMENTARIOS. O POVO NÃO QUER MAIS O NOME DE FELIPE GUERRA-RN NA CIDADE. CHEGA DE VAIDADES E CORONELISMO.

Sérgio Augusto Gurgel disse...

Não há vaidade ou coronelismo, foi o deputado Niltom Pinto, primo de Marcos Pinto, que pediu o nome Felipe Guerra para a cidade.

A família Pinto foi quem pediu, Marcos Pinto esqueceu disso ?

Felipe Guerra foi o primeiro professor da cidade e fez a primeira escola numa sala do Sítio Canto.

Queria minimizar ou erradicar o analfabetismo na pequena vila.

Não precisa as pessoas agredirem a família Gurgel.

Não foi a família Gurgel que pediu o nome, foi a família Pinto mais vários professores em razão da cruzada contra o analfabetismo feita no Brejo de 1898 a 1908.

Anônimo disse...

O justo, seria o seu nome de origem,sem querer homenagear
ninguém,visto que as peculiaridades que originaram o próprio, ainda existem,e isso torna o nosso município ainda mais fascinante.

Anônimo disse...

porque não fazem um plebiscito? Nada mais justo do que o povo escolher, se for pra ser votado pelos vereadores o resultado poderá não representar o desejo da maioria da população, então uma consulta ao povo é o caminho certo pra se saber quem quer Felipe Guerra ou Pedra D'Abelhas.

Anônimo disse...

Sou a favor do plebiscito, que o povo decida.

Anônimo disse...

Esse município viveu sob pena do coronelismo até pouco tempo, mas, não foi através dos Gurgéis/Guerra NÃO. Graças a Deus, meu prefeito Haroldo Ferreira chegou pra mudar a história!!! Tenho certeza que, se meu estimado Dr. Eilson Gurgel estivesse vivo, tbm o teria apoiado (assim como fez a maioria dessa família). Além do mais, quem diz que essa família tem vaidade, está mostrando q NÃO os conhece. EU cresci cercado por muitos dessa família, e, desconheço essa característica vinda deles. Acho interessante a idéia do plebiscito. Até acho interessante tbm, o nome Pedra de Abelhas, mas, vejo como uma grande injustiça, a forma como alguns estão se referindo a essa família. Procurem estudar nossa história, procurem se informar com os nossos idosos e vocês saberão da verdade. Não se deixem levar por uma única versão tão cheia de rancor, como a desse Marcos Pinto.

Anônimo disse...

embro demais, que meu saudoso Dr. Eilson, sempre que vinha a Felipe Guerra, passava dia inteiro, atendendo gratuitamente e ainda dava a medicação. Ubiracy não deve lembrar disso, porque nessa época, ELE devia está apojado nas tetas da prefeitura. Mas, ainda bem que os interesses DELE mudaram. Lembro também, quando mentes maldosas trabalharam contra o meu tbm saudoso, Raimundo Pascoal, o colocando na mesma condição de Tilon Gurgel: Administrador truculento, assassino! Vê o nome de Raimundo Pascoal (na maldade de uns, responsável pela morte do finado Joel Canela e também, de mandar incendiar um ônibus, para incriminar um estudante adversário político); assim como, vê o nome de Tilon Gurgel (na maldade de uns, responsável pela morte do finado Chico Pinto e também, de ser um carrasco, que impôs o nome da cidade) chega a ser dolorido pra mim. Esses nomes deveriam ser RESPEITADOS E ZELADOS!!! Mas, o tempo passa, e, alguns insistem em cometer os mesmos erros. É importante (e se faz necessário), a gente ter consciência de que NÃO podemos mudar o passado de nossa história. Que a paz de Deus, possa reinar entre meus conterrâneos.

Anônimo disse...

O nome do Brasil poderia ser Pedro Álvares Cabral. Que lindo!
Nem compara colocar o nome Pedra de Abelhas. Muito mais original!

Anônimo disse...

O nome do Brasil poderia ser Pedro Álvares Cabral. Que lindo!
Nem compara colocar o nome Pedra de Abelhas. Muito mais original!

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