[leia] Repórter do 'Mais Você', entrevista o Pequeno Nícolas de Sousa no Apanha-Peixe (Caraúbas).

Reportagem já foi ao ar em Rede Nacional.
Sabe aquela criança que impressiona todo mundo pelo grau de conhecimento que detém em alguma área? São os famosos superdotados, muito mais numerosos do que imaginamos. De acordo com o Conselho Brasileiro para Superdotação, cerca de oito milhões de brasileiros se enquadram no que chamam de pessoas com “altas habilidades”. Ou seja, 5% da população brasileira é superdotada! O dado é tão grande que, hoje em dia, podemos dizer que em cada sala de aula do Brasil, pelo menos duas crianças são superdotadas.

Nem todas essas crianças sabem que tem essa particularidade. Cerca de dois milhões e meio deste total são alunos matriculados nas escolas do país. Mas apenas pouco mais de 11 mil foram identificados. Muitas vezes, uma criança dá sinais claros de que tem uma inteligência além da conta. Na maioria das vezes, os primeiros a perceberem são os pais e os professores, mas somente um especialista pode "classificar" determinada criança como superdotada.

Para entender melhor essa situação, o repórter Felipe Suhre foi conhecer o pequeno Nícolas de Sousa, de apenas 3 aninhos, que vive no Apanha-Peixe (Caraúbas) interior do Rio Grande do Norte. A mãe, Cleide, é dona de casa. O pai, Ulisses, professor de geografia. O menino é a sensação da família. Ele já sabe ler e escrever, além de falar inglês! Eles moram em uma casa simples, onde até o animal de estimação tem nome em inglês. Nícolas canta o hino nacional inteirinho, além disso, ele é louco por um computador e também adora ler, inclusive a Bíblia. “Eu não sei se ele entende, mas acho que a dificuldade o estimula a saber o que significam essas palavras”, comentou Ulisses.

É nítido que Nícolas tem habilidades acima da média, quando comparado com crianças da mesma idade. Mas como ele tem apenas três anos, é preciso saber se ele vai continuar assim com o passar dos anos. “O menino só foi avaliado pelo Núcleo de Atividades de Altas Habilidades do estado, porque o pai pediu. E ele recebeu a orientação de continuar estimulando o menino”, comentou Ana Maria Braga.

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