Secretaria Municipal de Saúde continua se mobilizando no combate ao Aedes Aegyti

Aconteceu na manhã de ontem (16), na sede da Secretaria Municipal de Saúde, uma reunião bastante prestigiada sob a direção da secretária Girlene Ferreira, ocasião em que se discutiu o elevado número de pessoas que nas últimas semanas têm procurado atendimento médico hospitalar com enfermidades aparentemente ligadas ao mosquito Aedes Aegypti. A secretária Girlene Ferreira mostra-se preocupada com a situação, uma vez que, o alto número de atendimento acende um sinal de alenta e teme-se que um caso mais grave por ventura venha a ocorrer. 

A Secretaria Municipal de Saúde, através dos Agentes de Endemias e cotando com a colaboração da Secretaria de Infraestrutura e Obras vêm realizando um trabalho de limpeza primordial em áreas onde o Aedes Aegypti pode se reproduzir. “Já eliminamos diversos lixões irregulares; realizamos caminhada e panfletagens na feira livre e nas escolas, nossos agentes de endemias estão na luta diária e não vamos descansar nessa guerra contra esse mosquito que vem fazendo vitimas em todas as regiões do Brasil”, frisou Girlene Ferreira. 

Já o Coordenador de Endemias, Alexsandro Bezerra, disse que os agentes irão identificar as residências livres dos riscos com adesivos como forma de incentivar a sociedade na prevenção. Diversas outras ações em parceria com instituições devem mobilizar a população. O Governo Municipal de Felipe Guerra vem fazendo a sua parte, colocando os agentes nas ruas, fazendo a coleta do lixo e alertando a população sobre os riscos de contrair a doença. 

Porém, é fundamental a colaboração da população,  se conscientizando e não jogar lixo em local inadequado, tomar cuidado com os vasos das plantas, caixas d’águas, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos, lixeiras e outros recipientes que possam acumular água. É importante ainda que, cada cidadão seja vigilante de si próprio e do vizinho no sentido de abolir os locais de risco. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente.

Fonte: Assecom/FG

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